O Dia Mundial de Combate ao Câncer
Hoje o mundo se une para falar sobre câncer.
Na medicina veterinária, essa conversa também é urgente.
O hemangiossarcoma canino, por exemplo, segue sendo um dos tumores mais agressivos da rotina clínica, muitas vezes diagnosticado tardiamente e com prognóstico reservado.
Mas a ciência avança.
Um estudo recente publicado mostrou que alterações genômicas específicas estão diretamente associadas à resposta terapêutica e à sobrevida de cães com hemangiosarcoma.
O que isso muda na prática?
•Tumores não se comportam todos da mesma forma
•Biomarcadores como TP53, PTEN e NRAS ajudam a entender o prognóstico
•Terapias direcionadas, quando guiadas por dados moleculares, podem impactar o desfecho clínico
💭 No Dia Mundial do Câncer, a reflexão é clara:
Não basta tratar o tumor, é preciso compreender o perfil molecular dele.
A oncologia veterinária caminha para decisões mais precisas, individualizadas e baseadas em evidência. E isso começa com informação genética.
Hoje é sobre consciência.
Sobre ciência.
Sobre oferecer ao paciente a melhor chance possível.